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17 de set de 2017

Como eu Conheci Jane Austen - Nikaela Araújo Pereira

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A História da Nikaela Araújo Pereira

Nikaela conta que seu primeiro encontro com Jane Austen "essa autora espetacular" como ela descreve; foi na faixa dos seus vinte e poucos anos. Ela comprou um filme (desses) de banca e nele vinham além de Orgulho e Preconceito mais três filmes românticos, ela assistiu todos em sequência, o filme Orgulho e Preconceito era o último.

Ela nos conta que se apaixonou de cara, Se fosse o primeiro Nicaela, capaz que você nem assistia os outros né?! continuando ela diz que achou "a história espetacular, cada palavra, cada gesto, cada cena se encaixava e dava mais e mais ânsia de saber o desfecho daquele conto esplêndido, que romance era aquele!!!"
Desde então, como várias de nós, ela conta que perdeu as contas de quantas vezes assistiu ao filme, já havia assistido antes Razão e sensibilidade, mas não conhecia a autora, devido à falta de acesso a essa informação na época (mas gostou muito), mas foi Orgulho e preconceito marcou a vida de Nikaela uma forma boa, Elizabeth (simbolo de independência e autenticidade) - nas palavras de Nikaela - em uma época que a mulher era vista apenas como um objeto decorativo e reprodutor, a encantou e fez se identificar muito com sua personalidade única e além do seu tempo!
Mas todo o enredo, desde o casal central e aos demais, tudo simplesmente fazem desse livro de romance para mim o melhor de todos assim como o filme, e claro inigualável também. Assim como todos os outros contos dessa escritora fantástica!!! 
Ela acrescenta: 'Pretendo em breve comprar todos os livros, não gosto de ler em download."

Ela nos deixou um recadinho: belíssimo blog, tudo muito bonito, e tudo a ver com a proposta, conteúdo maravilhoso parabéns, muito rico, tem até os filmes difíceis de encontrar. Obrigada por essa dedicação e tanta qualidade. Que vc cresça cada vez mais.

Obrigada Nikaela por compartilhar conosco o começo desse amor, e obrigada pelo carinho!

Ficamos felizes em redigir cada história, como essa e todas as outras.

E você ai, já mandou sua história? Estou ansiosa para contá-la aqui. Mande pra gente por e-mail: amantesdejaneausten@outlook.com.br, mande fotos, detalhes e qualquer coisa sobre Jane Austen que desejar compartilhar.
Veja outras histórias aqui : www



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21 de mai de 2017

Anne With an E

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Anne Of Grenn Gables


Eu já havia ouvido falar bastante dessa obra clássica de Lucy Maud Montgomery, e soube que havia um filme, mas nunca havia tido a chance de ver, sempre deixando para depois. Estes dias a Netflix lançou uma série baseada no best-seller e eu comecei a ver tão logo pude.

Sinopse adaptada:
Anne é uma garota magra e ruiva, ficou órfã aos três meses e, desde então, trabalha para sobreviver. Empregada em casas de família, cuidando de crianças como ela, lavando, passando, cortando lenha. Mesmo sendo tão jovem já se deparara com todo peso da crueldade humana. Humilhada, agredida e esgotada, ela encontra na adoção realizada pelo casal de irmãos já mais velhos uma nova chance de felicidade.
Os irmãos, Marilla e Matthew Cuthbert queriam adotar um menino. Braços fortes e ágeis para ajudar na lida diária do campo. Mas o que aparece na estação de trem para eles é a pequena Anne Shirley. Menina faladeira e miúda que em nada atende as expectativas dos irmãos adotantes.
9 de abr de 2017

Jane Austen era feminista? A resposta está em suas histórias

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Jane Austen era feminista? A resposta está em suas histórias

Traduzido do Inglês Por Jéssica Santos

Link do post em Inglês: Aqui


Quando me perguntaram se eu gostaria de participar do Projeto Austen - um dos seis escritores modernos atualizando cada um dos seis romances de Austen - eu não tinha a intenção de explorar a questão do feminismo de Austen ou a falta dela, muito menos escrever um Romance feminista, embora eu esteja bastante certo de que é o que eu acabei fazendo.

Sim, a Vindicação dos Direitos da Mulher de Mary Wollstonecraft foi publicada em 1792, quase 20 anos antes do primeiro romance de Jane Austen, mas quando discutimos o feminismo hoje, estamos nos referindo a algo muito mais moderno, então a questão do feminismo da escritora soa um pouco ridícula. No entanto, quando comecei a escrever minha versão de Orgulho e Preconceito, definida em 2013, que eu finalmente foi intitulado Elegível, começou a se sentir inevitável e importante que as mulheres teriam mais agência e por isso, mais divertido.

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