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Why Every Man Should Read Jane Austen - Todo Homem Deveria Ler Jane Austen

Gente Novamente venho para Mostrar que Jane Austen Não é leitura só de Mulher. Encontrei um Texto num blog chamado "A Arte da Virilidade", E eu achei-o porque tenho um alerta no g-mail para receber qualquer post relacionado a Jane Austen. E nesse Post ele explica como parou de se preocupar e aprendeu a amar Jane Austen, e ele detalha partes nas obras de Austen que fariam de você um Homem melhor! O Interesse do autor do blog é criar homens másculos e carismáticos, que sejam Gentlemans. E debate os mais variados temas da antiguidade e atualidade.

Veja aqui no blog outros posts batendo nessa mesma tecla: 

Ps: Eu pensei em encurtar o texto, adaptar algumas partes, mas a leitura é um pouco complexa e poderia ficar sem sentido se eu tirasse algumas partes.
Eis abaixo o texto completo.

POR QUE TODO HOMEM DEVERIA LER JANE AUSTEN 


COMO PAREI DE ME PREOCUPAR E APRENDI A AMAR

Jane Austen


De volta aos meus dias de faculdade de Direito, eu estava descansando dos estudos, num sábado, para simplesmente assistir TV. Quando estava mudando os canais, me deparei com Hugh Laurie, do Dr. House, todo caracterizado em num traje de cavalheiro inglês do século 19. Por ser um fã da série House, fiquei curioso em ver como Hugh Laurie soava com o seu sotaque britânico nativo, então parei a busca por canais, para saber.
Então verifiquei no campo de informações da tv a cabo que filme era e verifiquei que estava assistindo Razão e Sensibilidade.
Ui. Jane Austen. Não vou gostar disso de jeito nenhum.
Eu associei Jane Austen a um grupo de garotas da escola secundária que eu conhecia, que assistiam a minissérie de 6 horas da BBC – Orgulho e Preconceito numa maratona de sessões, durante festas do pijama. E eu nunca li os livros em que esses filmes e minisséries de tv eram baseados, os quais me pareciam coisas de mulher.
Não, eu não iria assisti um filme que certamente foi feito para aquelas que leem Baby-Sitters Club e comédias românticas. Meu plano era mudar de canal tão logo ouvisse o Dr House falar inglês britânico.
Duas horas mais tarde, os créditos finais de Razão e Sensibilidade rolava na tela.
Eu assisti o filme inteiro. Nem mesmo parei para ir ao banheiro.
Não só assisti ao filme todo, como me lembro de pensar, “Cara, isso é realmente muito bom.”
Graças ao Dr House, a minha resistência a Austen foi quebrada, e me achei verdadeiramente curioso sobre os seus livros.  Então peguei a versão gratuita de suas obras coletadas e lentamente comecei a trilhar meu caminho através das indiscutivelmente suas três melhores: Razão e Sensibilidade, Orgulho e Preconceito e Emma.
E eu estaria danado se não tivesse gostado de verdade de todas elas.
Se você for um homem que depreciava Jane Austen pelas mesmas razões que eu fazia, espero que esta publicação leve-o, ao menos, cogitar a dar uma lida em seus clássicos. Eles não são somente para garotas. Aqui está a razão:
Por que todo homem deveria ler Jane Austen

Você achará Austen mais franca e engraçada do que imagina


Com tramas surpreendentemente convincentes e diálogos hábeis, os romances de Austen são simplesmente agradáveis e divertidos de se ler. O que deve ser mais surpreendente para aqueles que associam Austen com roupas com babados e modos aparentemente aborrecidos do período da Regência, é que Austen tem uma sagacidade verdadeiramente afiada. Ela cutuca frequentemente a atitude e os costumes culturais da época, descrevendo as coisas com ironia, e eu muitas vezes me encontro rindo alto enquanto leio seus romances.
Mas além do prazer muito real que se sente com a leitura de seus romances, há algumas outras razões para pensar em adicionar Austen à sua biblioteca pessoal.

AUSTEN O AJUDARÁ A DESENVOLVER A SUA TEORIA DA MENTE


Há alguns anos atrás, escrevi um artigo sobre por que os homens deveriam ler mais ficção e uma das razões que dei é que ela ajuda a desenvolver o que os psicólogos cognitivos chamam nossa “teoria da mente.” A teoria da mente nos permite ter acesso a estados mentais (pensamentos, sentimentos, crenças) dos outros baseado numa atribuição, e usar esse acesso para prever e explicar o que as pessoas estão pensando. A teoria da mente nos permite traçar estratégias e ser mais esperto do que os outros num contexto de negócios (e por sua vez evitar ser enganado), assim como navegar pelas complexidades implícitas dos relacionamentos românticos (“Penso que ela acha que gosto dela, mas não gosto. Como decepcioná-la de maneira suave?”)
Infelizmente, quando se trata da teoria da mente, os homens tem sofrido os piores efeitos. As garotas tendem a desenvolver as suas mais rapidamente do que os meninos, e as mulheres geralmente fazem melhor as tarefas da teoria da mente do que os homens.
Felizmente, é uma habilidade que pode ser desenvolvida, e ler uma ficção é uma maneira de fazê-lo. Estudos mostram que quando lemos uma ficção, as partes do nosso cérebro responsáveis pela teoria da mente se iluminam e são profundamente envolvidas. As narrativas requerem que imaginemos sobre as razões escondidas dos personagens, que percebamos o que seus inimigos ou amantes podem ou não estar pensando (quando o autos não nos diz explicitamente), assim como manter uma pista de todas as interações sociais entre eles.
Quando se trata de construir o músculo da nossa teoria da mente, os romances de Jane Austen são parecidos com as barras com pesos. Todos eles tratam de relacionamentos e do que todos pensam sobre esses relacionamentos. Os romances de Austen são recheados com dúzias de personagens que constantemente imaginam os pensamentos e intenções dos outros personagens; cada um interage com os outros de maneiras complexas que influenciam os relacionamentos de aproximadamente todos do livro.
Por exemplo, em Orgulho e Preconceito, há quase 50 personagens diferentes, e todos eles se conectam uns com os outros de alguma forma sutil. Manter-se na esteira dessa rede de relacionamentos e percebendo o que esses gestos sutis do século 19 realmente significam, se torna um exercício de teoria da mente. Quando quer que eu termine um romance de Jane Austen, eu também me sinto um pouco mais ágil socialmente.
Se você quiser tornar-se um melhor estrategista, líder, marido, pai ou amante, ler Austen certamente ajudará.

ESTAR FAMILIARIZADO COM AUSTEN É PARTE ESSENCIAL DO SER CULTURALMENTE LETRADO


Conforme falamos antes no site, há uma Grande Conversação sobre as grandes ideias sobre a vida, acontecendo na cultura ocidental que começou na antiga Grécia e continua hoje. Austen é uma das participantes dessa discussão Quando se fala em selecionar os 26 escritores que tem sido mais importantes e influenciadores na modelagem da cultura ocidental, o eminente crítico literário Harold Bloom tomou Austen como parte do “Cânone Ocidental – Os Livros e a Escola do Tempo.” Por que? O seu uso da ironia, o diálogo realista e natural, assim como o diálogo interior, ajudaram a modelar o curso da literatura. Ela também atacou as grandes ideias de amor, virtude, e auto-conhecimento, e suas obras são mencionadas em numerosos trabalhos de psicologia, sociologia e filosofia. Como exemplo, em After Virtue, o filósofo escocês Alasdair MacIntyre usa as obras de Austen junto com aquelas de Benjamin Franklin e Aristóteles, como exemplo de três diferentes sistemas de valores.
Referências a Austen também aparecem regularmente na mídia, desde artigos de jornalismo à cultura popular. Não só há muitas adaptações diretas de seus romances, mas suas tramas têm sido mais informalmente incorporadas em muitos filmes e programas de televisão. Por exemplo, o sucesso Clueless (As Patricinhas de Beverly Hills) foi uma tomada moderna de Emma de Austen.
Se você quiser ser um participante mais astuto na Grande Conversação, capte referências da cultura popular que devem de alguma forma revisar a sua mente, e ser, em geral, mais astuto culturalmente, então você precisa continuar com sua Austen.


AS HISTÓRIAS DE AUSTEN ENSINAM LIÇÕES DE VIDA IMPORTANTES



Há, provavelmente incontáveis lições de vida que você poderia tirar dos romances de Austen, mas aqui há duas grandes que se destacaram para mim como sendo aplicáveis tanto aos homens quanto às mulheres.

Ame com seu coração e sua mente. Os romances de Austen estão sempre impregnados de uma variedade emocional e escapista de romance de ficção, mas à medida em que eu lia a sua obra, eu descobria que ela realmente usa uma abordagem sensata e atenta. Para Austen, o desabrochar de uma vida requer que você ame com o seu coração e a sua mente.
Ela frequentemente mostra a infelicidade que transpira quando alguém se casa ou fora da mera paixão romântica ou por conveniência fria e calculada.
Pegue Razão e Sensibilidade no qual Austen explora o sofrimento que pode acompanhar a um amor baseado somente nas paixões. A jovem Marianne Dashwood é a personificação do amor romântico. Em uma cena ela descreve ela nunca se casaria com um rapaz como o sem graça Edward Ferrars:
“Seus olhos necessitam de todo aquele espírito, aquele fogo, que demonstrem de uma só vez, virtude e inteligência. E além de tudo isso, estou com medo, mamãe, de que ele não tenha preferências reais. Parece que a música pouco o atrai, e embora ele admire muito os desenhos de Elinor, não se trata de admiração de uma pessoa que realmente possa compreender o seu valor. É evidente, apesar de sua frequente atenção para com ela enquanto desenha, que ele na realidade não sabe nada sobre o assunto. Ele admira como um amante, não como um conhecedor. Para me satisfazer, essas características devem estar unidas. Eu não poderia ser feliz com um homem cujas preferências não coincidam em nenhum ponto com as minhas. Ele deve penetrar em todos os meus sentimentos; os mesmos livros, a mesma música deve encantar a nós dois. Oh! Mamãe, como a maneira de ler de Edward Ferrars, na noite passada, era desanimada e adestrada! Eu sinto muita pena da minha irmã. Entretanto ela suportou isso com muita compostura, ela parecia mal notar. Eu mal podia me manter sentada. Ouvir aquelas lindas linhas que frequentemente quase me levam à loucura, pronunciadas com aquela calma impenetrável, aquela indiferença horrível.”
Para Marianne, o amor exige que você e seu companheiro tenham tudo em comum. Mas observe que ela foca em coisas meio superficiais: livros, música, arte. Ela quer uma alma gêmea, mas ela não está examinando a alma do pretendente. Nem mesmo passa pela sua cabeça se seu amado é honrado e bom.
Conforme aconteceu, Mariane encontra seu par ideal no elegante, cavalheiro  esportista Mr. Willoughby. Ele literalmente arrebatou Marianne, por assim dizer, no momento em que se conheceram, gentilmente tomando-a nos braços e levando-a para casa depois que ela cai numa colina, na chuva. Ela, então extasiada descobre que Willoughby tem os mesmos gostos que ela para música, livros e arte. Ele parece preencher nela todo o desejo e sonho românticos.
Embora Willoughby se torne um patife oportunista que guia Marianne durante meses e depois a deixa em dificuldades e sem ajuda. Marianne, romântica irremediável que é, tem seu coração partido e quase morre de sofrimento.
A irmã de Marianne, Elinor, por outro lado, tem uma abordagem sobre o amor mais controlada e madura. Sim, ela deseja um marido que ela goste de estar por perto, que tenha coisas em comum, e seja fisicamente atraente. Mas ela acredita no que o caráter do seu pretendente seja o traço mais importante. Ele seria uma pessoa verdadeiramente boa que a inspiraria a ser uma pessoa melhor?
As preferências mudam e a beleza se esvai durante a vida, mas as virtudes e o temperamento de uma pessoa geralmente permanecem os mesmos.
Você iria querer estar casado com sua amada daqui a trinta anos se ela não mais gostar dos mesmos livros que você ou tiver rugas ou manchas de velhice?
Em Orgulho e Preconceito, o exemplo de Mr. Bennet, o pai da principal protagonista do livro – sua filha Elizabeth -  proporciona uma visão sobre equilibrar o amor com o seu coração e mente. Mr. Bennet não é feliz em seu casamento a está sempre lançando seus olhos para sua “tola esposa”. Austen explica a raiz da infelicidade de Bennet:

“cativado pela juventude e beleza, e aquela aparência de bom humor que a juventude e a beleza geralmente proporcionam, (Bennet) casou-se com uma mulher cuja mente fraca em compreensão e mesquinha, que muito cedo, em seu casamento, colocaram um fim em toda afeição real por ela.”

Em resumo, Mr Bennet permitiu que seus sentimentos determinassem completamente sua escolha de esposa, e desposou-a somente pela sua aparência e charme aparente, em vez de usar sua mente para levar em conta fatores como caráter e temperamento. Seu desejo o cegou acerca do fato de que a futura Mrs Bennet era uma alpinista social insossa e fútil.
Por causa de sua pobre escolha na juventude o patriarca do clã dos Bennet não deseja que sua amada filha Elizabeth faça a o mesmo erro. Quando ele acha que ela quer se casar com Mr Darcy, cujo caráter cujo caráter Elizabeth e sua família tinham interpretado mal inicialmente, ele amavelmente mas de forma mal-humorada pede a ela que examine seus motivos:
“Ele é rico, certamente, a você poderá ter roupas e carruagens finas do que Jane. Mas elas a farão feliz?”
“Você tem outra objeção”, disse Elizabeth, “do que sua certeza da minha indiferença?”
“Nenhuma. Nós todos sabemos que ele é um tipo de homem orgulhoso e desagradável; mas isso não significará nada se você realmente gostar dele.”
“Eu gosto, eu gosto dele,” ela respondeu, com lágrimas nos olhos, “Eu o amo. Na realidade ele não tem um orgulho impróprio. Ele é perfeitamente amável. Você não sabe o que ele é realmente; então rogo que não me machuque por falar dele nesses termos.”
“Lizzy,” disse seu pai, “Eu dei a ele o meu consentimento. Ele é o tipo de homem, para o qual eu realmente não negaria nada do que ele pedisse. E agora eu o dou a você se você estiver decidida a aceita-lo. Mas permita-me alertá-la a pensar melhor nisso. Eu sei da sua disposição, Lizzy. Sei que você não poderia ser nem feliz nem respeitável, sem que verdadeiramente respeite seu marido; sem que o veja como sendo superior. Seus talentos vigorosos iria te substituir em proporções muito perigosas num casamento desigual.  Você dificilmente escaparia da difamação e do sofrimento. Minha criança, não permita que eu tenha o sofrimento de ver você incapaz de respeitar o seu parceiro de vida.”
Mr Bennet quer ter a certeza de que sua filha ama com o coração e com a mente de forma que ela não cometa o mesmo erro que ele cometeu. Ele quer que ela se case com um homem que ela ame e respeite.
Os romances de Austen estão cheios de exemplos similares sobre este tema. E embora os personagens principais de seus livros sejam mulheres, a lição é aplicável da mesma forma aos homens.
Algumas pesquisas realmente indicam que os homens por volta dos vinte anos se apaixonam cegamente de forma mais rápida do que as mulheres.
Consequentemente, eles podem tornar-se cegos a muitas bandeiras vermelhas que a sua parceira possa estar sinalizando. E quando esse amor induzido pela paixão cega passa é que esses homens percebem que estão num beco sem saída e num possível relacionamento tóxico.
Então, pessoal, aprendam a lição de Miss Austen. Amem apaixonadamente, mas amem com o seu coração e mente.

Conheça a ti mesmo e humildemente busque um crescimento pessoal. Todas as heroínas de Austen se envolvem em algum tipo de mudança radical com relação a elas mesmas. Em Orgulho e Preconceito, Elizabeth Bennet descobre é tão orgulhosa e preconceituosa quanto Mr Darcy. Em Emma, Emma  se dá conta de que a sua intromissão na vida amorosa dos outros só causou dor de cabeça. Como em Razão e Sensibilidade, Marianne percebe que deixou suas emoções cegá-la quanto ao verdadeiro caráter de Mr Willoughby.
Assim, parece uma importante lição que Austen está tentando transmitir a seus leitores de que levem a sério a admoestação inscrita no velho oráculo grego em Delphi: “Conheça a você mesmo!” Obtenha algum autoconhecimento. Saia da sua própria mente e tente se ver da mesma forma como os outros devem vê-lo (teoria da mente!) de maneira que você possa triangular uma ideia mais acurada de quem você realmente é, o que realmente impulsiona o seu comportamento, e os tipos de consequências que essas ações têm.
Mas não pare aí. Você deve ter a humildade de aceitar que você pode não ser tão bom ou honrado como pensa ser e depois tome uma atitude para se aperfeiçoar. Afundar-se numa autopiedade por causa das suas atuais desventuras não é permitido no mundo de Jane Austen. Sim, sentir remorso e até mesmo na vergonha de seus erros, mas em seguida usar esses sentimentos para suprir a sua jornada em direção ao autoaperfeiçoamento.

CONCLUSÃO


Há um lugar na biblioteca de um homem para biografias não ficção de escritores como Edmund Morris e Stephen E. Ambrose e para ficção viril de pessoas como Cormac McCarthy e Larry McMurtry. E deve haver um lugar também para Austen. Eu prometo a você que seus testículos não voltarão para dentro de seu corpo se decidir abrir Razão e Sensibilidade. Na realidade, isto fará de você um homem mais completo.
Pelos romances de Austen não serem só plenamente agradáveis, mas poderem aprimorar a sua teoria da mente, ajuda-lo a participar da Grande Conversação e oferecer importantes lições de vida, vou encorajar minha filha e meu filho a lerem quando tiverem idade suficiente. Eles estarão em melhor situação por aprenderem sobre relacionamentos através de uma solteirona do século 18 (Austen nunca se casou), do que aprender por osmose da TV moderna e dos filmes.
Se há um romance pelo qual recomendo começar é Orgulho e Preconceito. É o que eu mais gostei. Cuidado: Os romances de Austen são grandes, então reserve algum tempo para lê-los. (Eles também podem ser encontrados na Amazon grátis, ou no máximo por alguns dólares. Eles também podem ser encontrados gratuitamente no Project Gutenberg.)
Se ler Austen não combina com sua imaginação, cogite assistir a uma adaptação de seus romances. Razão e Sensibilidade de 1995 tem um elenco cinco estrelas (Kate Winslet, Emma Thompson, Hugh Grant, Hugh Laurie, Alan Rickman) e conforme mencionado no início é realmente muito bom.  Emma de 1996 com Gwyneth Paltrow é tido como um muito bom também, embora eu não o tenha visto. E Orgulho e Preconceito foi feito em minissérie em 1995 (aparentemente o apogeu moderno de Jane Austen se deu na metade dos anos de 1990!), estrelando Colin Firth como Mr Darcy, sendo de primeira linha, pelo menos aquelas garotas no ensino médio diziam isso. Ei! Verifica-se que, afinal, elas estavam  fazendo algo importante.

Tradução e Adaptação do texto +Thais Miremis
Desde já agradeço imenso a colaboração.

Link para o texto em Ingles: http://www.artofmanliness.com/2016/06/27/why-every-man-should-read-jane-austen/

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19 comentários

  1. Eu nunca tinha entrado aqui, e quando comecei a ler a resenha me encantei, moro com uma amiga apaixonada por Jane Austen e ter tanto material enriquecedor em um local só é um baita presente que já indiquei para ela. Tenho amigos que se recusam a ler ela por achar algo fofo demais, romantico demais, mas de agora em diante usarei sua citação "Eu prometo a você que seus testículos não voltarão para dentro de seu corpo se decidir abrir Razão e Sensibilidade. Na realidade, isto fará de você um homem mais completo." Hahaha eu adorei!

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  2. Oie!
    Achei super interessante essa postagem! Pois sempre vi os livros da jane Austen para as mulheres, mas não tinha parado para pensar, que também é para os homens.
    Gostei bastante dessa postagem, mostrou um outro lado do que eu pensava dos livros da Austen.
    Bjks!
    Histórias sem Fim

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  3. Ahh que eu estou suspeitando. Temos aqui mais um post super original de Jane Austen que simplesmente é minha diva de todos os tempos. Acho que todo mmhomem deve Lee a autora sim porque para além dos motivos explicitados hoje passamos dessa coisa de livros de homem e de mulher. Amei o Post. Beijos

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  4. Oi, tudo bem? Nossa que artigo gigantesco. Achei bem interessante os argumentos expostos porém eu sou da seguinte opinião que não deveria ter uma explicar para o porquê alguém deve ler um livro. Acho que não existe isso de porque um homem ou uma mulher deve gostar. Acho que se você se identifica com um gênero, uma premissa tem que pegar mesmo para ler independente de qualquer esterótipo.
    Bjs

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  5. Olá! Caramba!!! Que texto incrível! Adorei. Muitos caras se deixam levar por pensamentos machistas que depreciam coisas que mulheres gostam, como tipos de leituras, filmes e séries. Acho muito bacana um homem desconstruir essa imagem de que Austen é só pra mulheres. Muito bacana mesmo. Beijos.

    thehouseofstorie.blogspot.com.br

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  6. Olá
    Que texto bem desenvolvido e empolgante ao mesmo tempo. Confesso que, infelizmente, ainda nao li nada da autora, apesar de que tenho grande curiosidade em conferir. Ja li muito a respeito, entretanto essa postagem abriu mais a minha mente e com certeza gostaria de ler mais.
    Beijos, Fer
    www.segredosemlivros.com

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  7. Olá,
    Adorei sua explanação acerca dos motivos pelos quais o homem deve conhecer a Jane e é uma notícia muito importante para muitos saber que os testículos não irão voltar para dentro de seu corpo rsrs
    Sinceramente, ainda não tive contato com a escrita da autora, mas já assisti algumas coisas que são baseadas em suas obras e não me arrependo.

    http://leitoradescontrolada.blogspot.com.br/

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  8. Uau, artigo muito interessante. E sabe acho uma bobagem esta coisa de literatura para homem e para mulher, ler sempre nos ensina algo. Sabe sair da zona de conforto não dói, embora alguns achem que sim. E legal o blog, destinado a Austen, parabéns!

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  9. Olá!
    Uau que texto incrível!
    Eu acho tão errado essas coisas que separam os livros por gêneros. Cada um lê o que quer e tira a lição que quiser.
    Sempre brinquei com as mninhas amigas que os homens tinham que ler Jane Austin para aprenderem a ser homens de verdade haha

    beijos
    Mayara
    Livros & Tal

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  10. Oi, tudo bem?
    Confesso que nunca li Jane Austen, porém, tenho uma curiosidade enorme de conhecer Orgulho e Preconceito, que tantos falam tão bem. Apesar disso, fico feliz em saber que esse homem conseguiu superar esse preconceito bobo de que Jane Austen é só para 'mulherzinha' e que amou as suas obras, espero que o seu texto se espalhe bastante por aí e que outros homens façam o mesmo e se arrisquem a conhecer a autora.

    Beijos! ♥

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  11. Olá,
    Para 2017 um dos meus projetos é ler clássicos e Jane está entre eles. Acho que muitos homens deixam de ler terminados livros, por eles terma aquela visão de que são livros para mulheres e mal sabem eles que a leitura pode ser muito agradável.
    Acredito que é uma questão deles se arriscarem. Outro dia em um grupo de fãs da Irmandade da Adaga Negra, um rapaz questionou que não via muitos homens por lá e ele acreditava que era pela capa e o publico ser na maioria mulheres e o livro ter um teor romântico que agrada as mulheres, porém quando ele leu e viu que tinha muita ação e até mesmo o romance dos casais o agradava ele não viu qualquer problema em ser também fã da série.
    Acho que isso é uma questão bem mais ligada ao machismo do que outra coisa. Até mesmos nos filmes e livros de época, você ver as mulheres lendo os romances de Jane e suas contemporâneas.
    Infelizmente até na literatura o machismo se sobre sai.

    Bjs,
    Garotas de Papel

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  12. E incrível como somos seres preconceituosos, e mais incrível ainda que bastauma chance com a mente Aberta para vermos que nossos preconceitos são presas de tempo. Que bom que você achou esta postagem, que não cortou nada dela e principalmente, que dividiu vim a gente. que mais homens leiam Austin.
    Bjs

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  13. Cara, admito que eu tenho o mesmo preconceito que você e agora bateu aquela vergonhazinha porque eu nunca fui ler/assistir por causa disso, hahh! Agora com certeza darei uma chance, até porque somos leitores e temos que julgar um livro somente depois de ler ele né! Adorei seu texto, foi inspirador!

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  14. Acho super legal essa temática de vir mostrar que não existem livros só para homens, nem só para mulheres! Sempre fui contra esse tipo de pensamento e achei bem legal ver aqui se tratando exatamente disso. Foi realmente inspirador e bom ver esse tema e suas mudanças, serve para mostrar que muito preconceito tem que ser eliminado ainda. Amei!
    Um beijo
    www.brookebells.com

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  15. Olá,

    Primeiramente achei um máximo, mostrar que alguns livros não são necessariamente só para um gênero especifico e principalmente as obras da Jane, que costumam ser considerados livros mais de 'mulherzinha' e por isso achei um máximo você abordar essa questão. Segundo, gostei muito do seu artigo, extenso e confesso que fiz algumas pausas para conseguir ler tudo, mas aumentou ainda mais o meu amor pela autora e é um post que já estou indicando para várias amigas e amigos.

    Abraços,
    Cá Entre Nós

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  16. Olá!
    Que postagem mais bacana!
    Ainda não li nenhuma obra da Jane Austen, mas foi por falta de oportunidade. Não concordo com esses pensamentos de que ler determinado autor te tornará menos homem e achei a sua conclusão maravilhosa.
    Quis matar a pessoa que escreveu o primeiro texto falando que queria deixar de ver o filme porque era da JA. Acho que devemos dar uma chance a tudo, até nos livros de mulherzinha.
    Beijos

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  17. Oi
    Que legal esse post.
    Primeiro parabéns pelo blog. Gosto muito de Austen.
    Adorei ver os motivos masculinos para conhecer essa grande escritora. Seus argumentos foram muito interessantes e realmente concordo com sua conclusão.
    Espero que incentive muitos.
    Beijinhos
    Rizia - Livroterapias

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  18. Sabe que eu sempre vejo as mulheres falando muito bem da Jane e sempre me senti meio por fora do círculo já que nunca consegui ir muito longe em minhas tentativas de leituras de seus livros.
    Mas ver um homem falando sobre isso, me fez repensar nos meus conceitos. Já tinha a intenção de dar uma nova chance aos livros - já que eu vejo que muitas vezes é questão de momento e talvez agora eu me encontre no momento certo para a leitura.
    Adorei os pontos citados, eles me fizeram pensar em já começar a leitura esperando algo diferente do que somente babados e tal (acho que julgava a autora como o cara que escreveu esse texto!)...
    Que bom que a gente pode se enganar e mudar de ideia, né?
    Espero que isso aconteça comigo!
    Beijinhos,
    Lica
    Amores e Livros

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  19. Ooi,
    Ainda não li Jane Austen mas é uma leitura que quero muito fazer. Amei o texto e achei ele super importante, não são só mulheres que podem ler romances, todos podem ler e gostar!
    Parabéns pelo espaço,
    Corujas de Biblioteca

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