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4 de jan. de 2016

Resenha relâmpago - Nina Rosa - Por Katherine Salles


Resenha relâmpago


Nina Rosa - De Guy Wirta
Literatura francesa - Tradução de Pepita de Leão (1953)
Sinopse do Skoob: Nina Rosa é uma jovem órfã que, ao terminar os estudos, vai viver na companhia de parentes da nobreza, que se mostram muito hostis para com ela. Com o tempo, Nina vai, aos poucos, conquistando cada um com sua beleza, bondade e espirituosidade, mantendo sempre uma forte fé cristã. Desta forma, consegue transformar a vida daquela família, que esconde muitos problemas sob a sua aparência aristocrática, e encontra até mesmo o grande amor da sua vida.

31 de dez. de 2015

Resenha relâmpago - Livro: A garota - Katherine Salles

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Resenha relâmpago

Livro: A garota (Título original: Chappy - That's All)
Autora: Oliver Sandys
Tradução: Paulo de Freitas
Editora: Companhia Nacional
Ano de publicação no Brasil: década de 20, mas esta reedição data de 1984


Oliver Sandys foi uma autora inglesa nascida em 1886 e falecida em 1964. Seu verdadeiro nome é Marguerite Florence, mas foi como Oliver Sandys que ela publicou 38 romances.
Tenho lido, nas últimas semanas, livros da Coleção Biblioteca das moças, um grande achado literário, esses livros são em sua maioria, de autoras francesas e inglesas, e podem ser achados em sebos por valores bem baixos (pago $6 nos que compro). As leituras anteriores foram igualmente surpreendentes, e é triste que as editoras não lancem outros títulos dessas autoras.
Vamos á Chappy:
Chappy, a protagonista, é um "menino de rua", sim, seu pai a trata e a veste como menino e ainda por cima e usa como cúmplice em seus pequenos delitos. Chappy então é um trombadinha típico, que vive de bater carteira nas ruas de Londres. É em um desses furtos que ela conhece Estevam, um escritor que se compadece dela, pensando ser um menino. Quando o pai de Chappy é preso, ela vai até esse escritor e o pede abrigo. Não preciso dizer que após ele descobrir que o menino é uma moça, na verdade, eles se apaixonam e Estevam a toma como musa para seu próximo livro (ele tem o hábito de escrever romances sobre mulheres e dar o nome delas como título)
Essa premissa é bárbara.
Em seguida entra a vilã em cena, a musa do livro anterior de Estevam que não aceita ser passada para trás, entre outros personagens fortes e pesados. Confesso que não esperava que esse livro tivesse a força que tem. Chappy, quando é descoberta menina, diz, sobre viver sendo do sexo feminino:
"Encerrada o dia todo num quartinho, com cabelos presos por grampos, e á espera da noite, quando o marido volta para surrar os filhos com a fivela de sua cinta e gritar com a mulher porque não lhe guardou nenhuma comida, completamente embriagado e sem um vintém no bolso, porque gastou tudo o que tinha... Ou, se a gente não é casada, aturar esses diabos que vivem a nos arrastar as asas... que andam atrás da gente, quer lhe queiramos ou não, sempre com insinuações imbecis e propósitos baixos, e nos enchem de terror... porque se sabe o quanto um homem é capaz quando está bêbado ou apaixonado."
A temática é atualíssima, e confesso ter ficado bastante chocada com a coragem da autora em expor temas como assédio sexual (Chappy é assediada por um comparsa de seu pai, que a persegue durante o livro) entre outras coisas. A única coisa da qual não gostei, foram de algumas falas da protagonista, mas que creio se justificarem pela época em que se passa a estória, e á própria criação que ela teve nas ruas.
Enfim, um livro que vale a pena ser lido e retirado do subsolo literário onde se encontram várias grandes escritoras.
-Katherine Salles


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7 de nov. de 2015

{Resenha} As Solteironas de Chapéu Verde

RESENHA RELÂMPAGO 


Dei cinco estrelas no Skoob, mas queria dar dez. Uma das surpresas ótimas desse ano.
Não achei sinopse desse livro em canto algum, ouvi falar dessa autora ao pesquisar a coleção Biblioteca das moças, que eu já tinha ouvido falar, mas pesquisei efetivamente após uma publicação em um grupo. Coincidentemente, o livro era da mesma autora, chamado "Casar é bom". Foi então que iniciei minha busca por algum volume dessa coleção, e esse me pareceu bastante interessante.

As Solteironas de Chapéu Verde, Biblioteca das moças, literatura Nacional
Comecei a leitura sem saber nada além do que o titulo propõe; desta forma, vou fazer uma sinopse base:
Arlette é uma jovem parisiense ex rica, o pai perdeu tudo por negligência e se suicidou por isso, a mãe também faleceu, sobrando apenas ela e o irmão. Este irmão arranja um emprego na África, e Arlette só tem as parentas do interior para se apoiar, elas são quatro solteironas que usam chapéus verdes. As primas aceitam hospedá-la em sua casa, meio a contragosto, Arlette também detesta a ideia de viver com elas por puro preconceito, ela teme que a influência delas a torne também uma solteirona. Porém, a protagonista, assim como as primas, evoluí como pessoa, criando um afeto com elas, isso começa a acontecer quando Arlette descobre um diário de uma das primas, onde está escrito que esta, era exatamente como ela, uma jovem que pretendia se casar e não pode por circunstâncias alheias á sua vontade. Então ela começa uma investigação para saber qual das primas é a dona do diário, e faz tudo para fazê-la voltar a desejar um amor.

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